Diz a lenda que existe um workshop pra aprender a pegar mulher. Alguém passa pro sujeito aqui debaixo
Inteligente foi a ferrrnanda, q nao hesitou em youtubar o video assim q o recebeu.
Diz a lenda que existe um workshop pra aprender a pegar mulher. Alguém passa pro sujeito aqui debaixo
Inteligente foi a ferrrnanda, q nao hesitou em youtubar o video assim q o recebeu.
Pra variar vou comemorar meu aniversário no bar do belga domingo às 16 hrs. Leitores do blog convidados, escritores podiam chegar as 16 hrs pra eu nao ficar sobrando..
Abs,
Vééi,
Sinto-me na obrigação de relatar alguns dos mais importantes acontecimentos deste singular fim de semana. Como se nada fosse, fomos para piranga tilangar (o Léo que o diga) e obtivemos êxito. Saldo da viagem? 4 escalas, um novo recorde (que infelizmente não pôde ser registrado), e uma nova constatação que servirá de alicerce para toda a geração de futuros filósofos seguidores do Léo:
“A carne é fraca.”
Teve o Gabriel puto também porque perdeu no buraco pra mim (acho que ele só sabe perder na brincadeira do fusca pra Karina) e a Ayla vindo me avisar que, olha que paia, a galera tava zuando que eu sou viado. Mas bom mesmo foi saber que aquele time que achava que ia pra Dubai, se encontra mais perto agora é da Segunda Divisão do Brasileirão, campeonato que está sob a liderança do ilustre clube atlético mineiro.
Poucas, mas sábias palavras.
Este semestre estou cursando a cadeira de Introdução a Filosofia da Ciência junto ao primeiro período de Comunicação. É uma experiência interessante assistir uma aula no 8º período com uma turma de calouros. Especialmente neste caso, quando a aula é de filosofia e o curso está longe de ser um curso científico ou guiado pela ética (como no caso de direito). Acho que é justamente da “irrelevância” da filosofia para o curso que surgiu a seguinte indagação de um dos alunos: “Ô fessor, qual é a utilidade da filosofia? Tipo assim, engenharia serve pra construir as coisas, né? Comunicação pra fazer propaganda e tals.. E filosofia? Pra quê que serve?”
É claro que eu já pensei assim também. Sempre fui mais inclinado pra área de exatas. Gostava também de história e acabei escolhendo Ciências Econômicas por causa disso. No ensino médio, não gostava muito de filosofia. Achava uma viagem sem sentido. É exatamente pra despertar o interesse dos meus amigos em relação ao assunto, que queria dar a resposta de dois filósofos contemporâneos a esta questão colocada por meu colega, e também por muitos de nós. Qual seria, afinal, a utilidade da Filosofia?
Marilena Chauí escreve em seu livro de introdução a filosofia: “Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às idéias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se buscar compreender a significação do mundo, da cultura, da história for útil; se conhecer o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências e na política for útil; se dar a cada um de nós e à nossa sociedade os meios para serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a liberdade e a felicidade para todos for útil, então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes”.
Já Luc Ferry, um dos maiores filósofos vivos, ex-ministro da educação da França, e um eterno defensor da busca pela salvação filosófica, afirma no prólogo de seu livro Aprender a Viver: “(...) adquiri, ao longo dos anos a convicção de que para todo indivíduo (...) é valioso estudar ao menos um pouco de filosofia” uma vez que “(...) sem ela, nada podemos compreender do mundo”. Afinal todas as opções de idéias “foram inicialmente construções metafísicas antes de se tornarem opiniões oferecidas como que num mercado. Estudá-las em seu melhor nível, captar-lhes as fontes profundas é se oferecer os meios de ser não apenas mais inteligente, mas mais livre”.
Então, meu caro futuro jornalista, se você pretende ser livre de verdade, ou seja, escolher pela sua própria razão em qual teoria científica acreditar, decidir se para você Deus existe ou não (ou até mesmo se essa questão é relevante), eleger por conta própria quais máximas da moral vigente em nossa sociedade seguir ou não, então sugiro que abra o livro daquela matéria “inútil” que você manteve fechado durante tanto tempo.

Tive que começar a estudar um pouco sobre blogs pra saber como e o que escrever antes de começar a postar. Na verdade, percebi que vai ser um pouco difícil me enquadrar completamente nas características descritas de um “blog ideal”.
Pra começar um blog deveria ter um assunto. Este aqui vai ter 9 escritores. E na verdade, nove muito diferentes. Mas eu acho que isso é até uma qualidade. Pelo menos sempre achei isso uma qualidade dentro do nosso grupo de amigos. E na real, quem vai ler estes posts vão ser nossos conhecidos, e acho que eles estarão mais interessados nas nossas opiniões dos diversos assuntos, do que nos assuntos em si. Então, quanto mais diversificados os temas, melhor.
De qualquer forma, acho uma boa fazer uma breve apresentação para dizer o que esperar dos meus posts. Como o blog ainda não tem uma página de apresentação, falo também um pouco sobre mim.
Sou o Juan. Sei lá porque fui escolhido para ser o nome do site. Acho que foi alguma coisa na cabeça do Mateus (Inimigo do Ritmo) de achar que essa galera deve ser definida assim. Na verdade, tenho zero o papel de mais amigo da galera. Na verdade, sempre achei que esse papel era muito mais do Rodrigo (Não tomo toco). Mas enfim...
Faço economia na UFMG, e estou formando lá no final do ano que vem. Gosto muito de filosofia, física, matemática e Marx. Na verdade, gosto de relacionar o que eu aprendo nas aulas com coisas da vida. Nada muito complexo. Mas já é uma deixa do que esperar dos meus posts.
Eu pratico muitos esportes, mas raramente os assisto na televisão. No máximo, vou contar alguns vacilos meus sobre o assunto.
Todo fim de semana participo de reuniões do grupo de ajuda social e discussões Caminho. Também trarei algumas das experiências de lá para o blog.
A princípio, eu sou o único gay da turma. E é claro que isso define vários aspectos da minha vida. Como já senti que a maioria da galera tem muita curiosidade sobre o assunto, vou fazer alguns esclarecimentos sobre o tema. Mas não vou citar nomes porque 95% dos gays que eu conheço ainda não são tranqüilos em relação a isso, e nem vou entrar em detalhes incômodos porque eu sei também que certas coisas ninguém quer saber.
Agora esse apelido meu... A galera é foda! Mas também eu não sou o único que posso reclamar. A parada é que no meu aniversário, a galera foi à loucura quando eu toquei “Estoy aqui”. Aí pegou.