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O mundo (e esse blog) ta perdido – Família Restart e outros

20 20UTC maio 20UTC 2010 por Inimigo do Ritmo

Outro dia, em uma conversa muito bacana no Belga, estavamos eu, Carlos Calazans, Rodrigo (que não toma tôco) e Miroca. O papo estava muito bacana sobre os vários problemas do mundo, a situação da saúde pública, e buscávamos a paz mundial. E nem bêbados estávamos ainda. Na ocasião o Carlinhos contou alguns casos bacanas da época em que fez trabalho voluntário como professor de matemática para crianças carentes. Ele contou que a responsável do projeto uma vez falou com ele que mais do que dar aula particular era muito importante as conversas que ele tinha com os meninos, pois em muitas situações os jovens assistidos não tinha nenhuma figura masculina para dar conselhos ou se espelhar em casa.

1 - Bom, beleza que o Carlinhos é maria, não era aqueleeeeee exemplo de figura masculina....
2 - E beleza que a figura masculina não impediu muito a homossexualidade do nosso querido amigo. Apesar de segurar um cado as desmunhecadas... Sem ofensas Juan.

Falando, então, sobre a falta de figura masculina em casa, nesse vídeo ai tem vários exemplos dos tristes efeitos que isso pode causar:



PQP! Quem deixou o moleque sair da casa 4 horas da madrugada pra isso?

Outro grande exemplo disso que circulou no e-mail essa semana segue abaixo. Um aviso antes de ver: já nos primeiros segundos do vídeo é avisado que não é um vídeo de comédia e não é pra ficar rindo. Aviso de uma vez pra ninguém cair na gargalhada logo de cara antes do cara falar. Relembrando então: não é para rir!

Finalizando outro exemplo abaixo. Cuidado, tirem as crianças da sala e se você tiver menos de 18 não assista! Como o próprio cara fala, COMEÇOU A BAIXARIA!

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Besteiras legais da Internet

3 03UTC dezembro 03UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Pra movimentar o blog, 3 belos achados da Internet pra divertir vocês.

1º: Pagodados

Pagodados

Genial, ilustra lindamente "Estatísticas Marotas do Pagode". Lá são encontradas pérolas como esta:

Ta querendo balançar

2º: Let me google that for you

Pergunta idiota, tolerância zero, de uma maneira educada... Gera um link com uma animação de alguém fazendo uma pesquisa no google e já retorna a página da pesquisa. Um caso venéreo que aconteceu comigo essa semana:

(12:25:10) Juliane: mas tem um monte de botao que parece que tem a mesma funçao
(12:29:03) Juliane: esse twave onde fica isso?
(12:29:29) Mateus: ah, ai é mais complicado, mexe com isso não q num tem utilidade ainda.
(12:29:41) Juliane: mas eu queria ver como é
(12:30:02) Juliane: fica dentro do wave mesmo?
(12:34:32) Mateus: http://tinyurl.com/y9phhl2
(12:35:12) Juliane: -.-
(12:35:15) Juliane: brigada

LMTFY

3º: Twitter do Millôr

Indicação do PPD, realmente o cara é bom. Pra quem não sabe, não precisa ter twitter pra ver o twitter dos outros. Só ir no link ai de cima. Cliquem na imagem pra ampliar.

http://twitter.com/millorfernandes

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Fluxograma

9 09UTC novembro 09UTC 2009 por flavia

Pra que gosta de Beatles e de fluxograma! Reparem na parte do nananananaaa (depois de um longo e tenebroso inverno sem postar....)

Imagem3

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Ensaio sobre as três peneiras de Aristóteles (ou Sócrates?)

15 15UTC outubro 15UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Lembro da D. Gemma nas aulas de Desenvolvimento Humano (algo como aula de religião em uma escola laica) do Sebrae contando a estória das três peneiras de Aristóteles. Achei a estória interessante na época e também nunca vou esquecer de alguém (acho que o Leandro) falando que as peneiras da Lorena "pareciam bambolês". Pesquisei recentemente na internet e achei N versões da história por ai, copio uma abaixo, onde trocaram o protagonista por Sócrates:

Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:
- Sócrates, preciso contar-lhe sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de...
Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- Sim, A primeira, Augustus, é a da VERDADE. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a BONDADE. O que vai me contar gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente, não!
- Então suas palavras vazaram também a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não, Sócrates... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.
E Sócrates conclui:
- Se passar pelas peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia(ninguém aqui gosta disso...) entre irmãos.

Pôoooo Sócrates, cadê a diversão? Mas a estória é bacaninha. Não consegui achar a origem, nem confirmar se isso foi realmente criado por um filósofo famoso. Acho que é historinha da cultura popular mesmo, coisa de corrente de e-mail... Caso alguém ache avise que eu faço um update.

Agora proponho pararmos parar pra pensar no tanto de merda que falamos. Qual das suas três peneiras é a mais estragada? Para causar polêmica/discussão coloco aqui minhas opiniões sobre as peneiras dos AmigosDoJuan, citando a que eu acho ser a mais prejudicada de cada um.

  • Mr. Abduzido: NECESSIDADE. Totalmente desnecessário dizer algumas coisas como:  "Juan, a pessoa X também me falou mal de você, mas não vou contar o que foi não."
  • O coleguinha que nunca tomou toco na vida: NECESSIDADE também,apesar de ter, em geral, as peneiras em bom estado, este coleguinha muitas vezes é uma fonte de espalhamento de notícas e segredos.
  • Pegadinha: NECESSIDADE, assim como eu perde o amigo mas não perde a piada.
  • Peguete: Acho que o Mick tem as melhores peneiras da galera. Se fosse pra eleger uma seeria a NECESSIDADE também, acho, mas não de uma maneira ruim. Idem o Pegadinha.
  • Só Vim pra Dançar: Nem tenho como opinar. As peneiras dele costumam ser boas.
  • Frotinha: me recuso a ter de dizer, quem não souber vai pro hospício.
  • Shakira: NECESSIDADE, fácil. Desde quando é necessário falar que tal ou tal cara é gatinho?
  • Zé Bonitim: Tem boas peneiras também. Vou falar NECESSIDADE somente pelo seguinte: precisa mesmo repetir 3 vezes o mesmo caso? Beleza que as vezes repete só o final, mas...
  • Domingos: VERDADE. Muitas vezes exagerado e bom em contar casos que começam com "vocês vão achar que eu to falando mentira mas escuta só...".
  • Eu: Aredito que NECESSIDADE, garantido. Sendo mais bobo que a média minhas peneiras falham no sentido de "perco o amigo mas não perco a piada". E cada vez mais o estresse e a falta de paciência as vezes furam a da BONDADE também.

Só deixar bem claro que, se a peneira de todos fosse perfeita, a vida seria bem menos divertida. Pretendo preocupar-me pouco com as minhas. E o fato da peneira da NECESSIDADE ser, na minha opinião, falha comum da galera, só nos torna mais divertidos.

Uma coleção de peneiras da verdade do Sr. Frotinha.

Uma coleção de peneiras da verdade do Sr. Frotinha.

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Auto-crítica

14 14UTC outubro 14UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Estou tentando finalizar um post sobre as peneiras de Aristóteles... estou também com uma idéia de fazer um Ensaio sobre as Pérolas (os verdadeiros tipos de pérolas...) contando causos de pérolas com a galera. Mas como não bate a inpiração, e o momento ta semi-depressivo, vamos de tirinha mesmo.

Cyanide and Happiness, a daily webcomic
Cyanide & Happiness @ Explosm.net

No meu caso só não falta passion pelo work...

Ah, parabéns pro Mr. Frota pela aprovação na OAB!

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Diferenças

14 14UTC setembro 14UTC 2009 por Peguete

Outro dia, o Léo, um chileno amigo meu, chamou outro conhecido para ir para um almoço que alguns outros amigos e amigas haviam combinado fazer. Quando o cara chegou, parecia ser normal. Fomos apresentados e nenhuma grande surpresa aconteceu.

Depois de algum tempo de conversa, perguntei se ele era espanhol, por causa do seu sotaque forte e característico. E ele respondeu: “não, sou basco”. Eu, com meu imenso tato para estas questões, ri.

A minha reação desagradou um pouco o mano, que fechou a cara e não disse mais nada. No momento, pensei que deveria dizer algo que aliviasse a pressão, porque o cara estava, em certo sentido, ofendido e eu, bem desconfortável. Num instante, me lembrei de que a língua ou dialeto, sei lá eu (olhei no dicionário, mas dialeto se define como uma língua peculiar a uma região e língua, sistema de comunicação comum a uma comunidade lingüística), que se fala no, dito, país basco, se chama Euskera. Então, mais do que depressa tirei essa da manga, e perguntei se ele falava o diabo da língua. Tudo ficou bem, o cara perguntou como eu sabia e tal e daí a conversa fluiu normalmente e foi parar em futebol.

O que me impressionou foi a reação do camarada. Se o cara nasceu no país basco e o país basco é pertencente à espanha, o cara, em certo sentido, é espanhol. Ainda mais que, no decorrer da conversa ele disse que seus pais não nasceram no país basco, são “imigrantes” e não se fala Euskera em sua casa.

Pensando sobre outros espanhóis (ops, catalães, andaluzes, galegos, por ai vai) que já conheci, vi que, em alguma medida, todos são um pouco assim, falam uma língua (um pouco) diferente do espanhol stricto sensu e se sentem menos espanhóis e mais de seus respectivos lugares de nascimento.

Curioso. No Brasil, ou na maioria dos países pelo mundo, nem ligamos pra isso. É claro que há identidades culturais diferentes, mas, justamente, são as diferenças que fortalecem a miscelânea cultural do Brasil e de vários outros países. É certo também, que não temos diferenças lingüísticas tão fortes, nem grupos terroristas (como o ETA, por sinal, basco), que tenham feito atentados para forçar uma independência, então, realmente não há tanta gana em se definir como x ou y, somos todos brasileiros.

Mesmo assim, fico imaginando se, quando a Espanha ganhou a Eurocopa no ano passado, ele festejou, ou achou que não era com ele. Ou quando lê Cervantes, identifica o autor e Quixote como compatriotas andaluzes, ou apenas personagem e escritor estrangeiros.

Não que ter uma forte identidade local seja empobrecedor, até penso no contrário, é legal, no meu caso, ser belohorizontino e mineiro, há várias nuances e vicissitudes próprias de cada rua, cada bairro e assim por diante. Mas retificar que sou brasileiro, é dureza, né. Até porque, por que deveria me fechar à fazer parte de um conjunto maior, que é legal e que não torna menor a importância dos outros de que também participo?

Se eu fosse esse mano, ao ser perguntado se era espanhol, responderia: sim, mas primeiro sou basco.

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Pra quem não ta se sentindo um “Outlier” OU Sobre os valores

3 03UTC setembro 03UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Ah, essas tirinhas são ótimas! Em resposta ao post do peguete sobre outliers:

A prova que o importante é ser feliz... (e pra quem mora em betim/contagem o importante é ter saúde)
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Cyanide & Happiness @ Explosm.net

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Ô loco.

3 03UTC setembro 03UTC 2009 por Peguete

A seguir a reportagem da Folha. Depois eu comento.  

 

03/09/2009 - 14h37

Governo chinês libera campeão mundial de tênis de mesa para namorar

da Lancepress

O governo chinês decidiu permitir que o atual campeão mundial de tênis de mesa, Wang Hao, 25, namore Peng Luyang, sua ex-companheira de equipe. Até então, o atleta era proibido de ter um relacionamento deste tipo com qualquer pessoa.

A informação foi dada pelo jornal estatal do país, que publicou também uma declaração do técnico de Peng, Qiao Yunping. Segundo ele "os dois já têm idade o suficiente, e isso é normal".

O controle restrito da vida pessoal dos atletas é um procedimento comum no sistema estatal de esportes da China, em que os esportistas começam desde cedo a treinar em escolas especializadas espalhadas por todo o país visando se tornarem medalhistas olímpicos.

Essas escolas fornecem treinos intensivos de diversas modalidades, além de comida, roupas e abrigo gratuitos.

Sob o olhar atento dos oficiais, atletas de alto nível são proibidos de namorarem ou casarem até certa idade. O acordo é endossado por contratos.

Atletas que namoram sem permissão correm o risco de serem punidos. Em 2004, Wang começou a namorar uma colega de equipe, Fan Ying. Os oficias descobriram e expulsaram a atleta da equipe chinesa.

De acordo com a imprensa local, Wang só não foi punido porque sua posição no ranking mundial era muito superior a de Fan.

Link da reportagem_____________________________________________________________________________________

Impressionante, não? O controle estatal comunista chega a pontos inimagináveis pra qualquer pessoa de fora.

O sujeito só pode namorar se o governo permite? Ô loco.

Para aqueles que acham isso o fim, leiam “1984”. George Orwell previu tudo isso. Na verdade, previu não é correto. Ele apenas descreveu o que se passava e ainda se passa, nos governos comunistas do mundo.

Isso que outro dia, lendo discussões em comunidades de esquerda do Orkut me deparo com a frase: “1984 é uma merda, não serve nem pra livro de banheiro”. Santa ignorância. O sacana que escreveu isso deveria ir pra China pedir autorização do governo pra namorar.

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Juan protagonista

2 02UTC setembro 02UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Pra quem tava com saudade das minhas tirinhas, apareceu uma aqui protagonizada pelo Juan!

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Realmente não dá pra entender

1 01UTC setembro 01UTC 2009 por Administrador BlueLogs.net

Há algumas noites fui encontrar um amigo peruano na saída de uma festa. Estava esperando por ele na porta, quando um sujeito de ascendência árabe começa a conversar comigo do nada, falando em sueco. Não entendi exatamente o que ele disse, então ele falou em inglês, um papo de bêbado querendo amizade, mas esquisito. Como eu não estava na mesma vibe e o cara já encostou em mim, eu saí andando e o ouvi me xingar em sueco e dizer em inglês pra sair do país dele.

Normalmente eu ficaria puto, primeiro porque o país não é dele, depois porque eu estava na paz, quando ele veio me incomodar, mas este dia não. Continuei andando e nem olhei para trás, como se nada tivesse acontecido, pra que o cara não viesse tirar satisfação.

O problema começou quando meu amigo saiu da festa. Como ele adora falar que briga bem e que já fez 131908 anos de luta (será que isso não lembra certos gêmeos?), juntou-se a fome à vontade de comer. Foi o árabe chegar perto e falar alguma coisa, que puseram-se num empurra-empurra.

Como um ataque de abelhas, mais uns 15 árabes chegaram não sei de onde e um deles, mais esquentado, deu um murro na boca do peruano. Nessa hora os nervos de todos explodem, mas por causa do número de árabes brigões, eu fui separar a confusão, não iria brigar de qualquer maneira. Tomando empurrões, eu e mais alguns amigos do peruano, entramos no meio da briga e fomos conversar com os manos.

O cara me disse que meu amigo é que o havia xingado primeiro e ele apenas reagiu – convenhamos, como um animal – dando o murro. Disse também que não queria mais briga, mas que ele e seus amigos eram uma gangue de 200 pessoas (falou esse número mesmo!) e, em tom de ameaça, que se eles apanhassem no dia, voltariam com o resto pra, digamos, acertar as contas. Ou seja, não quero briga, mas estou muito afim que vocês queiram pra eu poder brigar.

Aí eu pensei com meus botões: “porra, as famílias dos caras vêm pra Suécia, eles têm tudo do bom e do melhor (educação, saúde, outros auxílios financeiros, etc) e ainda formam gangues pra bater nos outros estrangeiros, que como eles, estão aproveitando”.

Não que eles tenham alguma dívida com a Suécia, apesar de que se pode pensar assim, mas ser xenófobo num país que te recebeu e que te deu a cidadania é dureza. Realmente não dá pra entender.

Conseguimos separá-los e não houve mais briga. Mas claro que depois dos murros, os xingamentos continuaram de ambas as partes e o peruano que apanhou falou que todo árabe é terrorista e que esses caras fodem a reputação de todos os imigrantes honestos e pacíficos. Opinião (apenas a segunda, claro) que eu compartilho.

A polícia foi chamada e dois dos manos foram presos e passaram a noite na cadeia e o peruano fez questão de dar o depoimento e fazer o equivalente ao B.O.. Eles devem ser processados, não sei ao certo.

Não quero tirar a culpa de ninguém, o peruano talvez merecesse apanhar mesmo. Contudo, os caras foram lá brigar, se não, um deles não teria me xingado e me mandado de volta pro meu país só porque eu não quis conversar com ele.

O fato é, que a partir de então eu comecei a me preocupar com isso. Várias vezes vi árabes nas ruas e nada me tirava o sossego, agora não mais. A briga e, principalmente, o que o sujeito me disse, me deixaram com medo.

Não pretendo com isso, dizer que árabes são assim ou assado, só que, somos responsáveis por aquilo que representamos. No caso, uma etnia. Sei que é preconceito e estou julgando todos por uma situação envolvendo 15, mas, se o que o cara disse for verdade, há mais uns 150 árabes na gangue, prontos pra brigar com outros estrangeiros.

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