Auto-crítica

14 14UTC outubro 14UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Estou tentando finalizar um post sobre as peneiras de Aristóteles... estou também com uma idéia de fazer um Ensaio sobre as Pérolas (os verdadeiros tipos de pérolas...) contando causos de pérolas com a galera. Mas como não bate a inpiração, e o momento ta semi-depressivo, vamos de tirinha mesmo.

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No meu caso só não falta passion pelo work...

Ah, parabéns pro Mr. Frota pela aprovação na OAB!

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BH é um ovo

18 18UTC setembro 18UTC 2009 por Pegadinha

Caros amigos gostaria de discutir nesse post um conceito que todo belorizontino repete: "BH é um ovo". Eu morei em BH a vida inteira e acho que a ocorrência de encontros com pessoas conhecidas quando estou fora de casa é enorme, além de ser possível traçar ligações entre você e qualquer outro belorizontino que se conheça por ai, seja em BH ou fora. A funcionalidade "amigos em comum" do orkut muitas vezes mostra isso.

É comum encontrar amigos, amigos de amigos, parentes de amigos, colegas de infância, ex-vizinhos, entre outros em qualquer lugar que se vai, seja na rua indo pra uma consulta no médico, no boteco do seu bairro ou da região onde constuma sair, no shopping, na fila do banco, no trânsito, na exposição do interior de qualquer cidade aqui perto, na GIRUS, e por ai vai. Sem contar nos rostos de desconhecidos que sempre encontramos em vários lugares que vamos e acabamos guardando de tanto ver.

Creio que ser uma cidade grande (2.434.642 habitantes segundo estimativa do IBGE para 2008, número que chega a 4 milhões se considerarmos a grande BH), mas não enorme como São Paulo (10.990.249 habitantes segundo estimativa para 2008) em conjunto com vários outros fatores criam esse "efeito ovo" em BH, alguns desses fatores que considero relevantes:

  • Tamanho relativamente pequenho: em condições normais é possível fazer o caminho entre os dois pontos mais distantes da cidade em uma hora de carro.
  • Concentração das opções de entretenimento: os principais bares, boates, restaurantes, cinemas, etc. encontram-se na mesma região, aproximando as pessoas que estão na rua para diversão.
  • O belorizontino (e o mineiro) é gente boa: em BH é muito fácil conhecer novas pessoas e fazer novos amigos. É tranquilo levar um amigo (tá bom, quase qualquer amigo...) para um churrasco de outra turma, sentar em um bar e trocar idéia com as pessoas da mesa do lado, etc. Assim em BH a gente acaba tendo mais relacionamentos.

Esses fatores acabam gerando várias situações para nós belohorizontes nas quais a "coincidência" é tão grande que falamos: "É, BH é mesmo um ovo.". Algumas dessas situações que recentemente aconteceram comigo ou com conhecidos:

  • Ovo ruim: Uma menina adiciona um amigo no msn, esse meu amigo não conhecia a dita cuja. Conversando com ela descobre que ela viu ele no orkut de uma amiga em comum e pediu o msn dele para essa amiga. Meu amigo ficou feliz achando que tinha ganhado um "lanche", quando ele vai no orkut da dita cuja percebe que eles possuem 2 amigos em comum: a amiga que tinha passado o msn dele para ela e outra garota com quem meu amigo estava ficando na época.
  • Ovo bom: Minha namorada é uma antiga conhecida, a meia irmã dela estudou comigo durante o ensino médio (2002-2004). Nessa época nos conhecemos, quando entrei na faculdade mantivemos contato, encontramos e ficamos algumas vezes (2005), depois perdemos contato. Ano passado ela começou a faculdade na mesma sala da minha ex-namorada e da namorada de um amigo, foi quando fui relembrado da existência dela por causa de uma situação curiosa e pedi para essa namorada do meu amigo me avisar quando for sair com ela. A namorada do meu amigo me avisou, fui atrás, encontrei com ela, ficamos por um tempo e hoje estamos namorando tem mais de ano já.
  • Ovo: Comecei esse ano um novo curso na faculdade, fiz amizade com as pessoas da minha sala e fiquei amigo delas no orkut. Uma das minhas novas amigas no orkut tinha vários amigos em comum comigo, que incluem pessoas dos 3 colégios que estudei, um amigo de carnaval (pé na cova), pessoas da engenharia de produção e a namorada de um amigo meu junto com as amigas dessa namorada. Eram muitos amigos em comum (uns 20) e fomos conversando e descobrindo de onde ela conhece esses conhecidos meus e vice-versa.

Queria finalizar apresentando um fruto dessas conversas com minha colega de sala. A irmã dela estuda junto com a namorada de um dos grandes amigos do juan e conversando sobre isso minha coleguinha me falou da existência dessa pérola:


http://www.youtube.com/watch?v=h0haiKHxELs

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Estrada para o sucesso

18 18UTC setembro 18UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Copiado diretamente do Velho. Faz refletir um pouco. Cliquem para ampliar.

the-road-to-success

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Diferenças

14 14UTC setembro 14UTC 2009 por Peguete

Outro dia, o Léo, um chileno amigo meu, chamou outro conhecido para ir para um almoço que alguns outros amigos e amigas haviam combinado fazer. Quando o cara chegou, parecia ser normal. Fomos apresentados e nenhuma grande surpresa aconteceu.

Depois de algum tempo de conversa, perguntei se ele era espanhol, por causa do seu sotaque forte e característico. E ele respondeu: “não, sou basco”. Eu, com meu imenso tato para estas questões, ri.

A minha reação desagradou um pouco o mano, que fechou a cara e não disse mais nada. No momento, pensei que deveria dizer algo que aliviasse a pressão, porque o cara estava, em certo sentido, ofendido e eu, bem desconfortável. Num instante, me lembrei de que a língua ou dialeto, sei lá eu (olhei no dicionário, mas dialeto se define como uma língua peculiar a uma região e língua, sistema de comunicação comum a uma comunidade lingüística), que se fala no, dito, país basco, se chama Euskera. Então, mais do que depressa tirei essa da manga, e perguntei se ele falava o diabo da língua. Tudo ficou bem, o cara perguntou como eu sabia e tal e daí a conversa fluiu normalmente e foi parar em futebol.

O que me impressionou foi a reação do camarada. Se o cara nasceu no país basco e o país basco é pertencente à espanha, o cara, em certo sentido, é espanhol. Ainda mais que, no decorrer da conversa ele disse que seus pais não nasceram no país basco, são “imigrantes” e não se fala Euskera em sua casa.

Pensando sobre outros espanhóis (ops, catalães, andaluzes, galegos, por ai vai) que já conheci, vi que, em alguma medida, todos são um pouco assim, falam uma língua (um pouco) diferente do espanhol stricto sensu e se sentem menos espanhóis e mais de seus respectivos lugares de nascimento.

Curioso. No Brasil, ou na maioria dos países pelo mundo, nem ligamos pra isso. É claro que há identidades culturais diferentes, mas, justamente, são as diferenças que fortalecem a miscelânea cultural do Brasil e de vários outros países. É certo também, que não temos diferenças lingüísticas tão fortes, nem grupos terroristas (como o ETA, por sinal, basco), que tenham feito atentados para forçar uma independência, então, realmente não há tanta gana em se definir como x ou y, somos todos brasileiros.

Mesmo assim, fico imaginando se, quando a Espanha ganhou a Eurocopa no ano passado, ele festejou, ou achou que não era com ele. Ou quando lê Cervantes, identifica o autor e Quixote como compatriotas andaluzes, ou apenas personagem e escritor estrangeiros.

Não que ter uma forte identidade local seja empobrecedor, até penso no contrário, é legal, no meu caso, ser belohorizontino e mineiro, há várias nuances e vicissitudes próprias de cada rua, cada bairro e assim por diante. Mas retificar que sou brasileiro, é dureza, né. Até porque, por que deveria me fechar à fazer parte de um conjunto maior, que é legal e que não torna menor a importância dos outros de que também participo?

Se eu fosse esse mano, ao ser perguntado se era espanhol, responderia: sim, mas primeiro sou basco.

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Eu protagonista

9 09UTC setembro 09UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Achei uma tirinha protagonizada pela minha pessoa (de azul) e por vários amigos do juan (menos o Pegadinha)!

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Os frutos da briga

9 09UTC setembro 09UTC 2009 por Peguete

A briga relatada na semana passada (link do post) por este blog deu frutos. Como a polícia foi chamada e o B.O. feito, algo tinha de acontecer. O inquérito policial foi aberto e estão agora reunindo as provas para que se possa julgar os acusados.
Recebi então uma ligação da polícia, uma vez que fui testemunha da pancadaria. O policial, conversou comigo educadamente por quase 20 min., em inglês, obviamente, já que meu sueco não seria suficiente nem para os primeiros 20 segundos.
Me foi perguntado como foi a briga, o que eu havia visto, como eram e o que disseram os brigões, quantos eram, e outras coisas normais. Entretanto o que mais me chamou a atenção foi a pergunta: “a porrada foi dada com punho fechado ou mão aberta?”.
Eu fiquei intrigado e perguntei ao policial que diferença faz como foi a porrada. Segundo ele, é diferente pois, se o punho estiver fechado, na Suécia, a intenção de agressão é maior. Se fosse mão aberta, disse o policial, talvez seja apenas para humilhar o sujeito, se defender, sei lá o que. Achei interessante. No fim da conversa, dei meu endereço, nome completo, número do visto de estudante e tudo mais, para quaisquer contatos futuros e o policial disse que todo o possível para solucionar o caso seria feito.
O que me chamou a atenção foi o fato de tão rapidamente os policiais terem reunido e procurado as testemunhas, pedirem informações de maneira tranqüila e educada e dizerem que as coisas seriam feitas da maneira mais rápida possível.
O que pode e provavelmente acontecerá é o agressor pagar uma multa para o agredido por danos físicos, além de ressarcir quaisquer danos materiais (no caso, a camisa do peruano foi rasgada) e fazer algum tempo de serviço comunitário. Os policiais também devem fichar o mano para o caso de qualquer reincidência.
Eu fiquei pensando cá com meus botões se algo assim tivesse acontecido no Brasil. Primeiro que logo no local, se a polícia desse as caras por lá (possibilidade remota), ia sobrar cassetetes até pro vizinho que acordou pra ver a briga. Depois se acontecesse de algum brigão ser preso (possibilidade remota), ele ia tomar mais uns cascudos da polícia, ouvir uns comentários do tipo “playboy”, “hoje você vai virar donzela da cela” e por ai vai e iria pra delegacia algemado.
Ao chegar à DP, uma ligação para seu pai seria feita. Dependendo de como o pai do camarada fosse, ele poderia ir lá, livrá-lo da cana, passar-lhe um sermão e pronto. Ou poderia apelar aos direitos humanos, dizer que seu filho não é marginal pra ser algemado, que a polícia é autoritária no Brasil, que são todos uns corruptos e tal. O fato é que o valente seria solto e provavelmente brigaria de novo algum tempo depois.
Se algum inquérito fosse aberto, seria logo fechado. Ninguém iria apurar o que aconteceu e nenhum responsável sofreria sanção alguma.
É óbvio que o Brasil tem problemas bem maiores e colocar cada um que briga na cadeia seria uma coisa muito complicada, mesmo que só por uma noite. Porém, não fazer nada com eles, ou dar mais porrada e mandá-los pra casa, só faz piorar os problemas. Talvez se houvesse um julgamento rápido, como o tribunal de pequenas causas e penas pequenas mas importantes fossem dadas (como prestar serviços comunitários em hospitais ou bairros pobres), a situação melhorasse.
Enfim, brigas acontecem em todo lugar. Claro que em alguns lugares, menos do que em outros, mas alguém sempre perde a cabeça de vez em quando. Como lidar com elas é que é a questão. Nessa, a Suécia dá um baile no Brasil.

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Pra quem não ta se sentindo um “Outlier” OU Sobre os valores

3 03UTC setembro 03UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Ah, essas tirinhas são ótimas! Em resposta ao post do peguete sobre outliers:

A prova que o importante é ser feliz... (e pra quem mora em betim/contagem o importante é ter saúde)
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Ô loco.

3 03UTC setembro 03UTC 2009 por Peguete

A seguir a reportagem da Folha. Depois eu comento.  

 

03/09/2009 - 14h37

Governo chinês libera campeão mundial de tênis de mesa para namorar

da Lancepress

O governo chinês decidiu permitir que o atual campeão mundial de tênis de mesa, Wang Hao, 25, namore Peng Luyang, sua ex-companheira de equipe. Até então, o atleta era proibido de ter um relacionamento deste tipo com qualquer pessoa.

A informação foi dada pelo jornal estatal do país, que publicou também uma declaração do técnico de Peng, Qiao Yunping. Segundo ele "os dois já têm idade o suficiente, e isso é normal".

O controle restrito da vida pessoal dos atletas é um procedimento comum no sistema estatal de esportes da China, em que os esportistas começam desde cedo a treinar em escolas especializadas espalhadas por todo o país visando se tornarem medalhistas olímpicos.

Essas escolas fornecem treinos intensivos de diversas modalidades, além de comida, roupas e abrigo gratuitos.

Sob o olhar atento dos oficiais, atletas de alto nível são proibidos de namorarem ou casarem até certa idade. O acordo é endossado por contratos.

Atletas que namoram sem permissão correm o risco de serem punidos. Em 2004, Wang começou a namorar uma colega de equipe, Fan Ying. Os oficias descobriram e expulsaram a atleta da equipe chinesa.

De acordo com a imprensa local, Wang só não foi punido porque sua posição no ranking mundial era muito superior a de Fan.

Link da reportagem_____________________________________________________________________________________

Impressionante, não? O controle estatal comunista chega a pontos inimagináveis pra qualquer pessoa de fora.

O sujeito só pode namorar se o governo permite? Ô loco.

Para aqueles que acham isso o fim, leiam “1984”. George Orwell previu tudo isso. Na verdade, previu não é correto. Ele apenas descreveu o que se passava e ainda se passa, nos governos comunistas do mundo.

Isso que outro dia, lendo discussões em comunidades de esquerda do Orkut me deparo com a frase: “1984 é uma merda, não serve nem pra livro de banheiro”. Santa ignorância. O sacana que escreveu isso deveria ir pra China pedir autorização do governo pra namorar.

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Juan protagonista

2 02UTC setembro 02UTC 2009 por Inimigo do Ritmo

Pra quem tava com saudade das minhas tirinhas, apareceu uma aqui protagonizada pelo Juan!

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Realmente não dá pra entender

1 01UTC setembro 01UTC 2009 por Administrador BlueLogs.net

Há algumas noites fui encontrar um amigo peruano na saída de uma festa. Estava esperando por ele na porta, quando um sujeito de ascendência árabe começa a conversar comigo do nada, falando em sueco. Não entendi exatamente o que ele disse, então ele falou em inglês, um papo de bêbado querendo amizade, mas esquisito. Como eu não estava na mesma vibe e o cara já encostou em mim, eu saí andando e o ouvi me xingar em sueco e dizer em inglês pra sair do país dele.

Normalmente eu ficaria puto, primeiro porque o país não é dele, depois porque eu estava na paz, quando ele veio me incomodar, mas este dia não. Continuei andando e nem olhei para trás, como se nada tivesse acontecido, pra que o cara não viesse tirar satisfação.

O problema começou quando meu amigo saiu da festa. Como ele adora falar que briga bem e que já fez 131908 anos de luta (será que isso não lembra certos gêmeos?), juntou-se a fome à vontade de comer. Foi o árabe chegar perto e falar alguma coisa, que puseram-se num empurra-empurra.

Como um ataque de abelhas, mais uns 15 árabes chegaram não sei de onde e um deles, mais esquentado, deu um murro na boca do peruano. Nessa hora os nervos de todos explodem, mas por causa do número de árabes brigões, eu fui separar a confusão, não iria brigar de qualquer maneira. Tomando empurrões, eu e mais alguns amigos do peruano, entramos no meio da briga e fomos conversar com os manos.

O cara me disse que meu amigo é que o havia xingado primeiro e ele apenas reagiu – convenhamos, como um animal – dando o murro. Disse também que não queria mais briga, mas que ele e seus amigos eram uma gangue de 200 pessoas (falou esse número mesmo!) e, em tom de ameaça, que se eles apanhassem no dia, voltariam com o resto pra, digamos, acertar as contas. Ou seja, não quero briga, mas estou muito afim que vocês queiram pra eu poder brigar.

Aí eu pensei com meus botões: “porra, as famílias dos caras vêm pra Suécia, eles têm tudo do bom e do melhor (educação, saúde, outros auxílios financeiros, etc) e ainda formam gangues pra bater nos outros estrangeiros, que como eles, estão aproveitando”.

Não que eles tenham alguma dívida com a Suécia, apesar de que se pode pensar assim, mas ser xenófobo num país que te recebeu e que te deu a cidadania é dureza. Realmente não dá pra entender.

Conseguimos separá-los e não houve mais briga. Mas claro que depois dos murros, os xingamentos continuaram de ambas as partes e o peruano que apanhou falou que todo árabe é terrorista e que esses caras fodem a reputação de todos os imigrantes honestos e pacíficos. Opinião (apenas a segunda, claro) que eu compartilho.

A polícia foi chamada e dois dos manos foram presos e passaram a noite na cadeia e o peruano fez questão de dar o depoimento e fazer o equivalente ao B.O.. Eles devem ser processados, não sei ao certo.

Não quero tirar a culpa de ninguém, o peruano talvez merecesse apanhar mesmo. Contudo, os caras foram lá brigar, se não, um deles não teria me xingado e me mandado de volta pro meu país só porque eu não quis conversar com ele.

O fato é, que a partir de então eu comecei a me preocupar com isso. Várias vezes vi árabes nas ruas e nada me tirava o sossego, agora não mais. A briga e, principalmente, o que o sujeito me disse, me deixaram com medo.

Não pretendo com isso, dizer que árabes são assim ou assado, só que, somos responsáveis por aquilo que representamos. No caso, uma etnia. Sei que é preconceito e estou julgando todos por uma situação envolvendo 15, mas, se o que o cara disse for verdade, há mais uns 150 árabes na gangue, prontos pra brigar com outros estrangeiros.

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