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Artrite reumatóide: Parte 1

Artrite reumatóide - Parte 1

O que é a artrite reumatóide?

A artrite reumatóide é uma doença auto-imune de causa desconhecida, debilitante, que afeta as articulações, os tecidos em volta das articulações e os tendões, provocando dores e inflamações freqüentes de várias juntas. Com o desenvolvimento da doença, ocorre a erosão das cartilagens e dos ossos das articulações acometidas, o que causa deformidades e destruição das articulações. A artrite reumatóide pode também atingir muitos órgãos internos, e nesses casos a doença é geralmente mais grave. O curso da doença dura de semanas a meses de desconforto até anos de profunda incapacidade.

A artrite reumatóide é uma das doenças reumáticas mais freqüentes, que pode ocorrer em qualquer idade, sendo mais comum entre os 30 e 50 anos, e mais freqüente no sexo feminino. Para aproximadamente 3 mulheres com artrite reumatóide, há 1 homem com a doença.


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Alerta sobre o uso da sibutramina

Alerta sobre o uso da sibutramina

Você já deve ter ouvido falar da sibutramina. A sibutramina é um medicamento usado no tratamento da obesidade que mantém por mais tempo dois neurotransmissores em nosso cérebro, a serotonina e a noradrenalina, gerando uma sensação de plenitude alimentar. Até então, a sibutramina têm sido usada naqueles pacientes que já estão com uma dieta hipocalórica adequada, e prática de exercícios físicos regular, e não conseguem perder mais peso. Assim, a sibutramina é indicada para pacientes obesos, com um índice de massa corporal inicial (IMC) maior ou igual a 30 kg/m2, ou maior ou igual a 27 kg/m2, na presença de outros fatores de risco (pressão alta, diabetes e alterações do colesterol ou triglicérides). Nestes pacientes a sibutramina funciona muito bem. Para aqueles que usam o medicamento, uma má-notícia.

Alerta sobre o uso da sibutraminaA Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, no dia 27 de janeiro, um alerta para os profissionais de saúde sobre o uso da sibutramina no Brasil. Um estudo, chamado SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcomes), mostrou um aumento do risco cardiovascular não fatal nos pacientes tratados com a substância. O que isso significa? Isso significa que as pessoas que usam sibutramina possuem mais chances de ter problemas de saúde relacionados ao coração e aos vasos sanguíneos, como infarto, derrame, parada cardíaca, dentre outros. Esses riscos aumentam em 16% nos pacientes que usam a sibutramina. E este estudo foi um estudo duplo-cego, controlado por placebo, e realizado por um período de 6 anos com 10.000 pacientes obesos. Ou seja, é um estudo confiável, e seus resultados devem ser valorizados!

Alerta sobre o uso da sibutraminaO que este estudo fez foi confirmar, através de resultados consistentes obtidos em um grande número de pacientes, o que já estava advertido na bula do medicamento, que já alertava sobre os riscos de eventos cardio e cerebrovasculares com o uso da sibutramina. Tanto é que todos os pacientes que fazem uso de sibutramina devem ter a pressão arterial medida rigorosamente várias vezes durante todo o período de uso do remédio, pois um dos possíveis efeitos colaterais do medicamento é o aumento da pressão. Por este motivo, inclusive, a sibutramina não deve ser utilizada por pacientes com história de doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca congestiva, arritmias ou acidente vascular cerebral.

Para corroborar ainda mais o que o estudo citado mostrou, a Secretaria Nacional de Vigilância Sanitária recebeu desde o ano de 2005 37 notificações de suspeitas reações adversas graves decorrentes do uso de sibutramina. Destas, 14 eram reações adversas relacionadas a eventos cardiovasculares descritas na bula, como taquicardia, parada cardiorrespiratória, dor no peito, aumento da pressão arterial, arritmia, bradicardia e palpitação cardíaca.

Assim a ANVISA tomou a seguinte medida em caráter imediato:

Alerta sobre o uso da sibutramina

“ Contra-indicar o uso de medicamentos contendo sibutramina para os

pacientes com perfil semelhante aos incluídos no estudo em questão, ou

seja:

a) Pacientes que apresentem obesidade associada à existência, ou

antecedentes pessoais, de doenças cardio e cerebrovasculares;

b) Pacientes que apresentem Diabetes Mellitus tipo 2, com sobrepeso ou

obesidade e associada a mais um fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares; ”

Se você usa a sibutramina, converse com seu médico a respeito, e ele irá decidir com responsabilidade pela continuação do uso, ou pela substituição do medicamento por outras alternativas terapêuticas.

Referências

Credito das imagens:


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Qual a diferença nutricional entre o ovo de galinha caipira e ovo de galinha de granja?

Qual a diferença nutricional entre o ovo de galinha caipira e ovo de galinha de granja?

Pergunta enviada por G.H.D., nosso leitor, em 30/12/09

O conteúdo de proteínas é praticamente o mesmo nos dois tipos de ovo.

A diferença entre os dois é que o ovo de galinha caipira possui teores consideravelmente maiores de carotenóides totais, substâncias antioxidantes que são precursoras da vitamina A (essas substâncias são transformadas em vitamina A depois de serem absorvidas e metabolizadas pelo organismo animal). Por serem antioxidantes, podemos dizer que os carotenóides comportam-se como “vigilantes”, protegendo o nosso organismo dos danos causados pelos radicais livres. E é justamente pela presença dos carotenóides que a gema da galinha caipira tem uma cor mais avermelhada que a gema da galinha de granja.


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Qual anticoncepcional pode ser usado por uma mulher amamentando?

Qual anticoncepcional pode ser usado por uma mulher amamentando?

A grande parte das mulheres amamentando teme a ocorrência de uma nova gravidez. Por este motivo, é muito importante que a nutriz tenha informações sobre a anticoncepção durante o aleitamento e seja orientada pelo seu medico ginecologista nesse período.

Como ocorre o retorno da ovulação após o parto? Após o parto, a volta da ovulação depende basicamente de como está sendo conduzido o processo de amamentação. Após o parto, os níveis dos hormônios estrogênio e progesterona caem abruptamente, o que possibilita a ação plena do hormônio prolactina, que é o principal hormônio da produção de leite. A prolactina faz a diferenciação das células produtoras de leite e a síntese de seus componentes. Nas mulheres em aleitamento materno exclusivo, os altos níveis de prolactina inibem a secreção do hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) pelo hipotálamo, que faz a hipófise liberar FSH (hormônio folículo estimulante) e LH (hormônio luteinizante). O FSH e o LH atuam nos ovários estimulando a produção de não e progesterona. Se não há secreção de GnRH pelo hipotálamo, consequentemente não há ovulação. As mulheres que por algum motivo não amamentam, o inicio da ovulação ocorre aproximadamente após 45 dias do parto.


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Ministério da Saúde divulga cronograma de vacina contra a gripe suína

Nesta terça feira, dia 26/01/2010, o ministro da Saúde José Gomes Temporão, anunciou para a população e a imprensa a estratégia nacional de enfrentamento à Influenza A (H1N1). Serão quatro etapas de vacinação, entre 8 de março deste ano e 7 de maio também deste ano.

E qual o objetivo desta ação? O objetivo é imunizar no mínimo 62 milhões de pessoas contra a gripe suína, que já é uma pandemia. O objetivo não é evitar a disseminação do vírus em território nacional, pois ele já está presente em 209 países, segundo a Organização Mundial de Saúde. Os serviços de saúde continuarão funcionando normalmente no atendimento dos casos de gripe suína, mas com a vacinação espera-se reduzir também o número de casos graves e óbitos pela doença.


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