Doutor, me Explica?

Arquivos Mensais: setembro 2009

O choro nos primeiros meses de vida

Publicado em 25/11/2009 por Maria Eduarda Bécho Freitas Arger

O choro nos primeiros meses de vida

Podemos dizer que o choro é a expressão de algum tipo de desconforto, e é uma das principais formas de comunicação não-verbal da criança. Interpretar o choro nos primeiros meses de vida da criança é uma tarefa difícil, por vários motivos:

1)    Nos primeiros meses de vida o choro é praticamente o único meio que a criança possui para comunicar a sua insatisfação com alguma coisa.

2)    São várias as razões pelas quais a criança chora: Fome, sede, frio, fraldas molhadas, cólicas, roupas apertadas e incomodando, coceira, cólicas, excesso de barulho no ambiente, calor, necessidade de atenção e/ou carinho, dor, raiva.

Nem sempre quando a criança está chorando ela está com fome, ou doente… Pense o seguinte: dentro do útero de sua mãe, ela estava protegida, não havia nenhum desconforto, nenhum barulho, ela não tinha que fazer esforço para se alimentar, ou respirar. De repente, com o nascimento, tudo muda. E todo o ambiente ao redor passa a incomodar a criança: é luz demais, é barulho demais, é o calor, é o frio, é a fome, são as cólicas abdominais… E a forma que a criança tem de exprimir a sua insatisfação com qualquer um desses itens é chorando. Ou seja, o choro pode ser a expressão de inúmeras coisas, pode ser um choro normal de criança, ou pode ser uma das manifestações clínicas (às vezes a única) de alguma doença.


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Uma lição de vida

Publicado em 24/11/2009 por Maria Eduarda Bécho Freitas Arger

Uma lição de vida

Neste exato momento estou em casa sem luz. Está chovendo muito em Belo Horizonte (MG), e sempre que cai um temporal desses a luz no meu bairro cai. Ainda bem que a bateria do computador dura pelo menos duas horas.

Como já contei pra vocês anteriormente, tenho um cachorrinho chamado Pudo. O motivo deste nome? Ele é um cachorrinho que parece muito um cão da raça Poodle, mas não temos certeza se é um Poodle original. Algumas características anatômicas do meu cãozinho diferem das características-padrão da raça Poodle. Daí veio o nome Pudo.


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Receita médica simples

Publicado em 24/11/2009 por Maria Eduarda Bécho Freitas Arger

Receita médica simples

Você já se sentiu perdido quando o médico prescreve vários remédios, cada um a ser tomado em um horário diferente? Já tomou um remédio em horários ou doses erradas por não ter entendido como ele deve ser usado?

É um problema comum, principalmente para pacientes que devem tomar vários medicamentos… “Ai meu Deus, esse eu tomo antes ou depois do café?”

E o problema se agrava quando a letra do médico está ilegível ou as instruções não estão claras. E a situação piora ainda mais se o paciente é idoso ou apresenta algum problema de visão que dificulte a diferenciação entre dois comprimidos parecidos em sua aparência.


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O que é a embolia pulmonar?

Publicado em 20/11/2009 por Maria Eduarda Bécho Freitas Arger

O que é a embolia pulmonar?

Para entendermos a embolia pulmonar, primeiro precisamos saber o que é um êmbolo. Ele pode ser um coágulo sanguíneo (ou seja, um trombo), um êmbolo de gordura, uma bolha de ar, de líquido amniótico, dentre outros.

A embolia pulmonar, chamada entre os médicos de Tromboembolismo Pulmonar, é a obstrução aguda (ou seja, repentina) da circulação pulmonar por um êmbolo. Essa obstrução tem conseqüências que variam, dependendo do tamanho do êmbolo, de onde ele se impacta e das próprias condições de saúde da pessoa. Assim, a embolia pulmonar pode aparecer completamente assintomática, pode ter quadros clínicos diversos, podendo causar até uma morte súbita.


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O que é a cetoacidose diabética?

Publicado em 18/11/2009 por Maria Eduarda Bécho Freitas Arger

O que é a cetoacidose diabética?

A cetoacidose diabética é uma complicação grave e aguda do diabetes mellitus, que pode levar o paciente à morte. Vinte a trinta por cento (20-30%) das cetoacidoses diabéticas acontecem como a manifestação inicial do diabetes, ou seja, a pessoa procura o hospital, lá é diagnosticado uma cetoacidose diabética, e o paciente nem sabia que era diabético. Como manifestação inicial é mais observada em crianças menores de 5 anos e em famílias que não têm acesso rápido à serviços médicos por questões sócio-econômicas.

A cetoacidose diabética é característica do diabetes tipo 1, mas não é exclusiva deste, podendo acontecer em indivíduos com diabetes do tipo 2, ainda que raramente. É a principal causa de mortalidade em crianças com diabetes tipo 1.


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