Epilepsia é uma doença neurológica crônica caracterizada por crises epilépticas recorrentes. Uma crise convulsiva ocorre quando um grupo de neurônios no cérebro envia descargas elétricas excessivas a outros neurônios do cérebro. A intensidade e o tipo das crises dependem da região do cérebro acometida e do quão acometida foi essa região.
Como podem ser essas crises?
A mais comum é a crise tônico-clônica ou convulsão, que envolve o cérebro como um todo, a pessoa fica rígida, cai no chão e começa a debater-se. Em outros tipos de crises a pessoa pode sentir um formigamento no braço seguido por pequenos abalos porque a região do cérebro afetada comanda as sensações e o movimento desse braço. Também pode se manifestar como uma alteração de comportamento, na qual a pessoa pode falar coisas sem nexo. Em outro tipo de crise o paciente fica “ausente”, “fora do ar”, e não responde a chamados e não faz nenhum tipo de contato com o meio.
O que fazer quando alguém tem uma crise?
1) Fique calmo, e tenha em mente que a crise em geral não demora.
2) Coloque a pessoa deitada de lado, e se possível com a cabeça elevada (com um travesseiro, por exemplo)
3) Remova da área objetos com os quais a pessoa pode se ferir.
4) Não coloque nada na boca do paciente, e não prenda a sua língua com colher ou outro objeto. Há uma crença popular que diz que a língua do paciente enrola e pode ser engolida durante a crise. É IMPOSSÍVEL O PACIENTE ENGOLIR A LÍNGUA! Se você introduzir algum objeto da boca do paciente, pode acidentalmente quebrar os dentes da pessoa. E ATENÇÃO: você pode ter seus dedos mordidos caso tente segurar a língua do paciente!
5) Não dê nada para a pessoa beber ou comer!
6) Nas seguintes situações, ligue para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192):
• Se a crise durar muito tempo
• Se a pessoa tiver várias crises em um curto período de tempo
• Se a pessoa não recuperar a consciência após a crise
Se eu tive só uma crise, devo procurar um médico?
SIM!!! Embora uma crise única não signifique que você tem epilepsia, você deve procurar um médico para saber o que provocou esse episódio. O diagnóstico, porém, só poderá ser feito a partir da segunda crise. A chance de uma pessoa que teve uma só crise única ter a segunda crise é mais ou menos 30%. Se iniciarmos o tratamento nesses casos, estaremos tratando 70% das pessoas indevidamente, sem necessidade.
Já da segunda crise em diante, já temos outro cenário, uma vez que 80 a 90% dos pacientes que tiveram a segunda crise podem ter a terceira ou a quarta. Nesse último caso então as estatísticas justificam o início do tratamento.
Referências
-
Epilepsia
-
Crises epilépticas e epilepsias ao longo da vida: 100 questões práticas- Liga Brasileira de Epilepsia- 2006
-
Epilepsia/Convulsão – Ataque Epiléptico























25/08/2009 ás 1:47
Uma vez num restaurante um cara na mesa ao lado teve uma crise convulsiva. Não é uma cena nada bonita. Muito esclarecedor o post!
25/09/2009 ás 12:25
meu filho teve uma crise cunvulsiva fiz o encefalograma mais nao deu nada o que sera que aconteceu?
27/09/2009 ás 0:01
Prezada Edilma,
a ausência de anormalidades no EEG não exclui epilepsia, pois essas alterações podem acontecer ou não no período em que o exame foi realizado. Os exames complementares (como eletroencefalograma (EEG) e os exames de imagem) auxiliam no diagnóstico, mas a história do paciente é fundamental, já que exames normais não excluem a possibilidade de a pessoa ser portador de epilepsia.
Procure o médico de seu filho, que poderá orientá-los e indicar um tratamento medicamentoso, se necessário.
Um grande abraço,
30/09/2009 ás 19:05
muito bom, ficou claro a explicação, valeu pelas dica.
22/10/2009 ás 9:14
eU TEHO EPILEPSIA E O MEU PRIMEIRO ATAQUE NO ,EU PRIMEIRO ANO DE VIDA E TENHO QUE CONVIVER COM O PRECONCEITO E O MEU ULTIMO ATAQUE FOI A UM ANO ATRAZ E VIVO UMA VIDA NORMAL COM A MINHA FAMILIA E OS MEUS AMIGOS TODOS SBEM QUE EU TENHO EPILEPSIA
26/11/2009 ás 19:11
não ligue para precomceitos das pessoas pois voce é voce eles é ele se vc quiser denumcia as pessoas
31/12/2009 ás 19:07
Meu marido têm crises de convulsão dormindo. Levei meu marido ao hospital quando ele teve crise em dois dias seguidos. O médico disse que era stress.
21/02/2010 ás 12:22
OLÁ ME CHAMO RAFAEL TENHO 18 ANOS TENHO EPILEPSIA DES DOS 7 OU 8 ANOS DE IDADE SEMPRE DAVA CONVUÇOES NUNCA OS MEDICOS DESCOBRIAM PENSAVA QUE ERA SENOZITE E TOMAVA MALEAZIM E SEMPRE DANDO CONVUÇOES CHEGOU UM DIA Q A MINHA MAE ME LEVOU EM UM PSIQUIATRA E ELE FALOU QUE O MEU CASO NÃO ERA PARA ELE ERA PARA UM NEUROLOGISTA PROCURAMOS DESCOBRIMOS QUAL ERA A DOENÇA PEDIU UM EXAME EM IMAGEM NÃO CONSTOU NADA MAIS E AGORA ESSA SEMANA PARA CONFIRMAR PEDIU OUTRO EXAME DAQUELE Q COLOCA OS FIOS NA CABEÇA PARA CONFIRMAR ESPERO QUE NÃO TENHO ISSO MAIS TOMO TODOS OS DIAS VALPAKINE DE 200 MG E PAREI 5 DIAS POR MOTIVOS MAIORES POR CONTA PRÓPRIA E NÃO DEU NADA ESPERO QUE SAREI DISSO. A EPILEPSIA TEM CURA? QUAIS AS CHANCES? TOMO REMÉDIO REGULAMENTE TODOS OS DIAS DE 12 EM 12 HS. RESPONDA O MEU E-MAIL
22/02/2010 ás 23:21
Prezado Rafael,
tudo bem? Para responder a sua pergunta, gostaria de colocar um trecho de um texto que está no site da Liga Brasileira de epilepsia:
“Em geral, se a pessoa passa anos sem ter crises e sem medicação, pode ser considerada curada. O principal, entretanto, é procurar auxílio o quanto antes, a fim de receber o tratamento adequado. Foi-se o tempo que epilepsia era sinônimo de Gardenal, apesar de tal medicação ainda ser utilizada em certos pacientes. As drogas antiepilépticas são eficazes na maioria dos casos, e os efeitos colaterais têm sido diminuídos. Muitas pessoas que têm epilepsia levam vida normal, inclusive destacando-se na sua carreira profissional.”
Dessa forma Rafael, é importante que vc entenda que o principal objetivo do tratamento das epilepsias é que o paciente fique sem crises. Quando vc passar alguns anos sem crise, e se a Tomografia (e/ou ressonancia) estiverem normais, e o EEG normal, o medico começará a reduzir gradualmente a medicação. Pode ser, inclusive, que um dia vc fique sem ela.
Tem um artigo que li de um neurologista muito renomado que chama-se “EPILEPSIA TEM CURA”, leia: http://www.aspeparaiba.com.br/artigo1.html
Atenciosamente,
09/03/2010 ás 10:10
dotor eu nunca tive esses poblemas de epilepsia mais 2 anos atras comesou a dar convusões em mim sera que no meu caso pode aver uma cura??
10/03/2010 ás 0:34
Prezado Marco Aurélio,
epilepsia possui várias causas, e portanto, só seu médico poderá esclarecer essa dúvida!
Atenciosamente,
10/03/2010 ás 10:36
minha filha tem 13 anos e agora descobrimos que ela tem eplepsia,esta tomando medicação e gostaria de saber o por que dessa doença………e se tem cura……obrigada,
16/03/2010 ás 13:59
olá gostaria de saber se epelepsia tem cura ,e se atrapalha na vida sexual ,e esta doença e contagiosa
18/03/2010 ás 17:26
Prezada Alexia,
uma lesão no cérebro, por exemplo, pode causar epilepsia. Ela também pode surgir como uma sequela de uma infecção, por problemas durante o parto (como a falta de oxigênio), pode ser causada por tumores, problemas na formação do cérebro e problemas dos vasos sanguíneos do cérebro.
Em muitas pessoas a epilepsia tem um componente genético, motivo pelo qual o médico sempre pergunta se há outra pessoa na família com epilepsia.
Em muitos casos, mesmo que se faça uma investigação minuciosa, o médico não consegue determinar a causa da epilepsia.
Converse com o médico de sua filha a respeito!
Atenciosamente,
19/03/2010 ás 15:03
Prezada Lelila,
epilepsia não é uma doença contagiosa, de forma alguma! “Ninguém pode adquirir a desordem por falar, beijar ou tocar alguém com epilepsia. Ela só pode ser transmitida geneticamente. Epilepsia que acomete famílias sugerem desordem etiológica subjacente metabólica ou genética e esta é a causa menos frequente de todas.” Fonte: http://www.neurosapiens.com/perguntas.htm
Em relação à epilepsia e à vida sexual, sugiro que leia o seguinte artigo:
Atenciosamente,
24/03/2010 ás 21:03
Olá tinha crise de desmaios e foi diagnosticado pelo meu médico como epilepsia..fui tratada por vários anos com gardenal,tegretol diazepan e outros que nem me lembro mais os nomes era horrivel.ñ tinha noção das coisas era tida como louca pela a familia de meu marido queriam tirar meus filhos de mim por isso foram 7 anos de terror até que tomei uma decisão me separei,joguei meus remédios fora,e quando eu ficava nervosa por algum motivo e eu percebia que minhas mãos começavam a ficar rígidas e eu sem movimentos eu rapidamente colocava uma musica alegre e começava a dançar e cantar ai sim eu parecia louca rsrsrs mais aquilo passava e eu voltava a realidade.as crises foram distantes uma da outra até desaparecerem por completo…hoje 20 anos se passaram e nunca mais tive uma crise se quer.
será que eu era mesma epilética?como diagnosticou meu médico na época e o eletroencefalograma que eu fiz.Por favor gostaria de saber se fui curada…me responda.desde ja fico grata Ivetty
11/04/2010 ás 13:05
Olá
Minha filha , hoje com 12 anos teve 2 crises convulsivas uma aos 5 meses e outra aos 5 anos devido a febre alta, só que nesse meio tempo ela começou a ter uns sintomas estranhos de sair andando falando coisas estranhas , procurando objetos que não ficavam no ambiente onde ela estava , ficava confusa, não respondia ao que perguntavamos. Levei-a a um neuro e foi diagnósticado crises de ausencia fez tratamento com acido volproico, volproato de sodio, etoxim nada resolveu as crises continuaram. Mudei de médico e mudou o diagnóstico e a medicação , é eplepsia e o novo medicamento e carmazepina, no inicio do tratamento ela estava com 67 Kg hoje esta com 76Kg e as crises continuam mais esparsas mas continuam, não sei o que fazer, pois ela já esta na adolescencia e gosta de sair com as amigas ou sozinha , mas na deixo só sai acompanhada por alguém da família, pois tenho medo, e sta atrapalhando seu desenvolvimento social e auto estima além da independencia. Gostaria de saber: há tratamentos mais eficazes? o aumento de peso é decorrente do medicamento ? Existe outras formas eficazes de tratamento sem os medicamentos fitoterapicos ? Sabe espero a cura desse disturbio mais ficarei imensamente feliz se conseguir somente controlar as crises, por favor me ajude. Obrigada.
15/04/2010 ás 20:02
eu já vi isso é orrível.
25/04/2010 ás 19:09
Prezada Cleonice,
a Carbamazepina pode causar sim aumento de peso. Em relação a deixar ou não a sua filha a sair sozinha, entendo perfeitamente a sua preocupação como mãe, que ama muito a sua filha. Mas é muito importante lembrar que a vida continua com a epilepsia, e o ideal é que a sua filha tenha uma vida normal, como qualquer adolescente da idade dela. Sabe o que seria bacana? Você procurar um psicólogo, que poderá te ajudar a lidar com essa questão e ajudar a sua filha em suas relações sociais e na sua auto-estima. Eu mesma já fiz terapias duas vezes em minha vida em épocas diferentes, e elas me ajudaram bastante a lidar com as minhas questões pessoais. O que você acha?
Em relação ao tratamento, te aconselho a conversar com o neurologista de sua filha a respeito, ele é o profissional mais indicado para te informar sobre a possibilidade de outros tratamentos, ok?
Um grande abraço, e estamos à disposição,
11/05/2010 ás 10:24
eu faço um tratamento regular há 16 anos.tenho uma vida normal. sou casada,tenho um casal de filhos mas o pricipal é acreditar em DEUS. e fazer atividades físicas e acima de tudo!! estudar fazer cursos etc……..
mas sempre!!!!! porque eu acredito numa recuperação através da ocupaçãona mente
16/05/2010 ás 22:27
Prezada Katia,
que bom que está tudo indo bem pra vc no seu tratamento!
Um grande abraço,
21/05/2010 ás 2:41
Tenho epilepsia, quero trabalhar mas ninguem me aceita quando digo que tenho. Procuro esconder mas não adianta porque minhas crises são de difícil controle e acabo tendo alguma no trabalho. Logo dão um jeito de me dispensar, falando sobre o alto risco que corro. Claro que eles não querem alguem com este problema por perto. Só posso agora recorrer a algum tipo de benefício, pois sou só e não tenho pessoas para me ajudarem. Não queria depender disto, mas não tenho mais como me manter. É errado?
26/05/2010 ás 9:28
o pai da minha filha tem epilepsia minha filha pode ter?
29/05/2010 ás 3:39
meu esposo tem esse problema de epilepsia ele sente formigamento no braço esquerdo e esse lado dele fica paralizado e tem tem crises.
eu queria saber qual o medico que eledeve proucurar e se tem cura ele tem 24 anos.
02/06/2010 ás 1:25
eu tenho Ausencia(Epilepsia) meu problema esta controlado eu as vezes sinto formigamento mais nao tenho crise o que sera eu tomo a medicaçao Lamitor/Depakene !
03/06/2010 ás 20:51
Tenho duas filhas, que são gêmeas, uma delas teve uma crise convulsiva com 1 ano devido a uma febre muito alta, foi feito os exames na época, mas não aculsou nada, em dezembro de 2007 a minha outra filha (gêmea) teve sua primeira crise tbm sem ter tido febre porém estava com sinusite, fez exames (EEG) e deu alterado e realizei os exames tbm na 1ª que teve a crise e dessa vez deu alterado, como foi a 1ª crise a médica não passou nenhum medicamento, so foi feito exames de rotina até que em 2009 os exames estão dando normais, sendo que em maio/2010 a q teve a crise em 2007 teve novamente devido a febre alta (dengue) e a medica dela passou Depakene, gostaria de saber se ela pode se curar, se tem alguma restrição em relação a fazer alguma atividade fisíca, a trabalhar ou se ela tem direito a algum benefício do estado, e se sua irmã(gêmea) pode ter tbm a sua 2ª crise e tbm ficar com epilepsia.
07/06/2010 ás 21:47
eu tenho 14 anos, quando tinha mais ou menos 9 anos descobri que tinha epilepsia, mas tive crises desde os 5 anos. quando descobri me traitei, tomei tegretol durante dois anos, entao meu medico pediu que ru tomasse o medicamento por mais um ano e entao retornar para fazer o EEG novamente, mas quando eu retornei ao seu consultorio ele havia morrido, depois disso nao fiz mais exames. não tenho mais crises há um bom tempo, mas minha crises sempre tinha um intervalo de alguns anos, será que ainda tenho epilepsia ? :s
14/06/2010 ás 16:39
Prezada Tamara,
tudo bem?
A chance de um pai ou mãe com epilepsia terem um filho com a doença é semelhante à da população em geral, em torno de 2 a 3%. Então não há motivo para preocupação. Caso queira saber mais, sugiro que leia uma entrevista feita com o Dr. Li Li Min, neurologista da Unicamp, no site abaixo:
http://www.drauziovarella.com.br/ExibirConteudo/1948/epilepsia
Atenciosamente,
19/06/2010 ás 16:01
Prezada Ana,
a aposentadoria para pacientes com epilepsia só é possível se as crises forem extremamente graves e não cederem a nenhum tipo de tratamento, a ponto de incapacitar a pessoa para o trabalho. Ou então nos casos onde a pessoa desempenha funções de risco (como motorista, por exemplo).
Há um projeto que está tentando garantir benefícios para pessoas com epilepsia. Veja:
http://jornalorebate.com.br/site/pais/4138-silvio-lopes-quer-beneficios-para-pessoas-hiperativas-e-com-epilepsia
Ana, o que eu gostaria de te deixar de mensagem é: faça o possível para que as suas filhas tenham uma vida NORMAL! Não há restrições quanto à atividade física, fique tranquila!
Atenciosamente,
20/06/2010 ás 22:24
Prezada Leticia,
tudo bem? Te aconselho a procurar um médico neurologista. Em geral, não se cogita suspender a medicação antes de decorridos quatro a cinco anos sem repetição das crises, e nunca antes de dois anos. Ou seja, se vc já estiver dois anos sem crises e o EEG agora estiver normal, o médico poderá “te liberar” do tratamento. A partir daí, pode ser que as crises voltem, ou pode ser que você nunca mais tenha crises.
Um grande abraço!
Atenciosamente,
22/06/2010 ás 16:22
Cara Dra. em um período de um ano comecei a ter convulsões, quando me acordo não conheço ninguém, e com o tempo passando vai melhorando e começo a me dar por mim e reconhecer as pessoas, fiz elétro e o diagnóstico por imagem com contraste, mas não deu em nada. Será que pode ser emocional?
23/06/2010 ás 15:38
meu filho começou ter convução ele teve uma vez com 10meses de febre depois com 6 anos na escola não sei porque fiz eletro não deu nada agora ele tem 11 anos e começou a dar de novo eu fiz reçonancia mais não deu nada
23/06/2010 ás 15:49
Dr. meu filho de 1 ano e 7 meses,teve convulção com temperatura de 37,5 de febre,por mais de 5 minutos, foi a primeira vez. O neuropediatra, pediu um eletroencefalograma a conclusão do exame deu: apresentando atividade potencialmente paroxística na região temporal direita. O neuro concluiu como 1 foco de epilépsia. Qual a sua opinião sobre o diagnostico? Me responda, por favor! Obrigada.
29/06/2010 ás 15:30
Dra. Maria Eduarda qual a sua opinião sobre a conclusão do resultado desse eletroencefalograma: APRESENTANDO POTENCIALMENTE PAROXÍSTICA NA REGIÃO TEMPORAL DIREITA. Esse resultado é diagnosticado como epilepsia?
30/06/2010 ás 14:29
Dra. preciso saber se a epilepsia afeta em alguma coisa na DST(distrofia do simpatico reflexa), já ouvi falar que sim. Minha mãe sofre de DST há 8 anos e não conseguimos parar com as dores de forma alguma, mesmo bloqueando os glangeos. ELa está num ponto de quase suicidio e eu não sei mais o que fazer. por favor me ajude.
04/07/2010 ás 14:47
Prezado Carlos Geraldo,
nos casos de epilepsia nem sempre há uma alteração no eletroencefalograma e nos métodos de imagem. Você deve conversar com seu médico para que ele te esclareça a provável causa da sua epilepsia. Leia mais sobre as causas de epilepsia (que são várias) no link abaixo:
http://www.epilepsia.org.br/epi2002/temas_indice.asp
Um grande abraço,
04/07/2010 ás 15:02
Prezada Maria Raquel,
Mais de 40% dos pacientes com epilepsia podem apresentar o EEG normal. Da mesma forma, a RM também pode estar normal em pacientes com epilepsia. O diagnóstico de epilepsia. Como estes exames podem estar normais, o diagnóstico de epilepsia é principalmente baseado em características clínicas, ou seja, nos sinais e sintomas apresentados pelo seu filho (no caso, principalmente as crises convulsivas e sua caracterização) .
Converse com o médico do seu filho a respeito.
Atenciosamente,
04/07/2010 ás 15:03
Prezada Silvia,
tudo bem? Você deve conversar com o médico de seu filho a respeito. Como disposto no “Sobre” do nosso blog, não realizamos consultas on-line, em obediência aos ditames do Código de Ética Médica e às normas previstas na Resolução CFM nº 1.036/80 e no Decreto-Lei nº 4.113/42. Esclarecemos dúvidas de caráter geral sobre assuntos relacionados à saúde e às doenças.
Um grande abraço,
05/07/2010 ás 18:11
Dra.Maria Eduarda Bécho,obrigada pela orientação. ME DESCULPE!!!!!
09/07/2010 ás 20:59
a eplepsia pode matar
09/07/2010 ás 21:02
a cerugia de epelepsia oferece risco a o paciente
09/07/2010 ás 21:07
eu perguntei se a cirugia de epelepsia oferecia risco de vida ao paciente
19/07/2010 ás 17:49
Prezado Ivanildo,
como qualquer cirurgia, ela oferece riscos sim. E por isso são feitos uma série de exames antes da realização da cirurgia, para que os médicos se certifiquem que está tudo bem com a saúde do paciente, e que provavelmente a cirurgia não apresentará problemas. O médico sempre coloca numa balança os riscos e de outro lado os benefícios que a cirurgia pode trazer, antes de indicar a cirurgia como uma opção terapêutica para o paciente.
Converse com seu médico a respeito.
Um grande abraço,
23/07/2010 ás 16:36
Boa Tarde!
Gostaria de saber se a epilepsia, pode ser desencadeada por problemas psicologicos ou emocionais?
Grata Sandra
23/07/2010 ás 20:33
Gostaria de saber se epilepsia tem cura
07/08/2010 ás 23:37
Prezada Sandra,
Não, não há estudos que mostram que problemas emocionais podem desencadear uma epilepsia (Leia mais sobre as causas da doença na matéria acima). Mas o contrário pode acontecer. Vários estudos epidemiológicos apontam uma elevação da prevalência de transtornos mentais em pessoas com epilepsia (entre 30% e 50%) em comparação com a população geral. Alguns quadros clínicos que podem ocorrer com maior frequência em pessoas com epilepsia são: “retardo mental, transtornos do desenvolvimento psicológico, transtornos do comportamento na infância, transtornos neuróticos, transtornos do impulso, transtornos de personalidade, transtornos do humor (principalmente depressão), transtornos psicóticos, transtornos mentais orgânicos e disfunções sexuais” (Fonte: http://www.comciencia.br/reportagens/epilepsia/ep17.htm). Para saber mais, leia: http://www.comciencia.br/reportagens/epilepsia/ep17.htm
Um grande abraço,
07/08/2010 ás 23:43
Prezada Adriana,
tudo bem? Para responder a sua pergunta, gostaria de colocar um trecho de um texto que está no site da Liga Brasileira de epilepsia:
“Em geral, se a pessoa passa anos sem ter crises e sem medicação, pode ser considerada curada. O principal, entretanto, é procurar auxílio o quanto antes, a fim de receber o tratamento adequado. Foi-se o tempo que epilepsia era sinônimo de Gardenal, apesar de tal medicação ainda ser utilizada em certos pacientes. As drogas antiepilépticas são eficazes na maioria dos casos, e os efeitos colaterais têm sido diminuídos. Muitas pessoas que têm epilepsia levam vida normal, inclusive destacando-se na sua carreira profissional.”
Dessa forma Rafael, é importante que vc entenda que o principal objetivo do tratamento das epilepsias é que o paciente fique sem crises. Quando vc passar alguns anos sem crise, e se a Tomografia (e/ou ressonancia) estiverem normais, e o EEG normal, o medico começará a reduzir gradualmente a medicação. Pode ser, inclusive, que um dia vc fique sem ela.
Tem um artigo que li de um neurologista muito renomado que chama-se “EPILEPSIA TEM CURA”, leia: http://www.aspeparaiba.com.br/artigo1.html
Atenciosamente,
10/08/2010 ás 0:58
TENHO CRISES CONVULSIVAS SEMPRE DORMINDO DESDE OS 10 ANOS, PORTANTO, HÁ 45 ANOS. FIZ TRATAMENTO EM S.PAULO, RIBEIRÃO PRETO, CAMPINAS, PIRACICABA. FAÇO TRATAMENTO E LEVO A
VIDA NORMAL, INCLUSIVE HÁ POUCO ME APOSENTEI.
TENHO UM LIVRO DE POESIAS PUBLICADO EM 1997 CHAMADO ‘UMA ESTAÇÃO DE AMOR’. COM ISSO QUERO
DIZER QUE TEMOS QUE QUEBRAR O PRECONCEITO, LUTAR COM FÉ PARA TERMOS PAZ E UMA VIDA FELIZ.
PESSOAS DESINFORMADAS RELACIONAM EPILEPSIA COM PESSOAS ESPECIAIS, E NÃO É BEM ASSIM.
TEM GENTE QUE PENSA QUE É CONTAGIOSO, QUE PEGA… ESTOU NESTA LUTA COM TODOS VOCES. UM FORTE ABRAÇO…
FATIMA
10/08/2010 ás 12:38
Ola, tenho um filho de 07 anos e descobrimos recentemente que ele tem crises de ausência. A consulta com o neuro para mostrar resultados de examens esta marcada, mas estou muito ansiosa para ter informações sobre tratamento, relatos de pessoas que convivem com essa situção. Notamos ha 02 meses os momentos de crise e conversando com a professora ela informou que meu filho anda “distraído” desde o início do ano. Percebi também que assim como muitas pessoas as escolas também não têm informação sobre o assunto.
11/08/2010 ás 20:18
Olá , gostaria de saber se uma pessoa com algum corte nas mãos em contato com a secreção da pessoa que está em crise de epileisia pode se contagiar?Pois convivo com uma pessoa, e quando da crise sempre tento ajuda-la. É certo colocar um pano entre os dentes,como devo proceder.Obrigada
16/08/2010 ás 15:46
OLÁ EU SOU ALESSANDRA, TENHO 28 ANOS E MINHAS CRISES CONVULSIVAS COMEÇARAM COM 12 ANOS DE IDADE ATÉ EU ACHAR UM MÉDICO BOM FOI MUITO DIFICIL E EU TINHA CRISES UMAS 3 OU 4 VEZES NA SEMANA ATÉ Q ENCONTREI A DOUTORA ANDREIA BACELAR E ME TRATO COM ELA Á 10 ANOS SENDO Q TEM 5 ANOS Q EU TENHO MAIS CRISES ( GRAÇAS A DEUS). BOM COMEÇEI TOMANDO O LAMITOR DE 500 UM NA PARTE DA MANHÃ E OUTRO NA PARTE DA NOITE SENDO Q HJ EU TOMO O LAMITOR DE 25 MANHÃ E NOITE, E MINHA MAIOR PREOCUPAÇÃO É EM TER FILHOS. GOSTARIA DE SABER COMO É??? TENHO Q PARAR COM O LAMITOR???QUAIS SÃO OS RISCOS PARA O BB E PARA A GRAVIDEZ??? UM GRANDE ABRAÇO ABRAÇO ALESSANDRA PROENÇA!!!!!
27/08/2010 ás 12:23
Gostaria de entender uma coisa meu cunhado tem epilipicia,saiu o resultado essa semana,mais ele não tem convulsões ele apenas tem uma dificuldade de aprendizagem,se extressa facilmente ele tem 11 anos,há grande probabilidade,de ser tratado,
POR FAVOR PRECISO DE RESPOSTA OBRIGADO.
29/08/2010 ás 18:13
Isso mesmo Fátima!!! Prossiga na sua luta, que é a luta de milhares de brasileiros com epilepsia!
Um grande abraço,
29/08/2010 ás 18:49
Prezada Fernanda,
tudo bem? Sugiro que você visite o site da Associação Brasileira de Epilepsia, que têm excelentes informações sobre o tema:
http://www.epilepsiabrasil.org.br/
Tudo de bom para o seu filho!
Atenciosamente,
30/08/2010 ás 3:11
Prezada Alessadranda,
a Lamotrigina (Lamitor) “Não deve ser usado na gravidez, a menos que, na opinião dos médicos, o benefício potencial para a mãe justifique qualquer risco possível ao desenvolvimento fetal. ” Fonte: Bula do medicamento
Se você desejar engravidar, deve conversar com a sua médica, que irá avaliar a troca do medicamento ou se é mais seguro manter o mesmo medicamento para evitar novas crises.
Atenciosamente,
30/08/2010 ás 14:56
Prezado Alessandro,
você deve conversar com o médico de seu cunhado para que ele possa orientá-lo.
Atenciosamente,
Pingbacks e Trackbacks
A epilepsia em jovens e adultos pode atrapalhar a vida sexual? - Doutor, me Explica?