Pontos negros no Mapa ou a ausência de internet

Publicado por Pedro Villalobos | Em Bebidas, Inglaterra, Internet, Móvel, Pessoal | 05/02/2009

0

Obs: Este post era pra ter sido publicado dia 19/12/2008, mas devido a um problema no servidor, só me dei conta tarde demais que ele não estava no ar.

Primeiro dia direito na Inglaterra e vim acompanhar a patroa no trabalho. Ela no segundo piso e eu, depois de 2h andando, encontrei um lugar em que posso assentar e trabalhar, desde que compre algo e só tem bebidas alcoólicas. Tudo bem, posso viver com isso, mas com a ausência de internet não.

Vim para cá feliz da vida, com um modem 3G na mochila e meu celular que também funciona em 3G por aqui (graças ao Buda que me emprestou sua linha telefônica enquanto fica curtindo o calor no Brasil). No ônibus de Londres para Birmingham a velocidade estava excelente, 850kbits. Agora, dentro deste pseudo-shopping, tenho que conviver com essa nuvem de frio que me impede de usar internet.

Explico: como aqui é frio demais para todo mundo (porra nenhuma, estou usando um sobretudo levinho – o mesmo que tentaram me roubar – e mais nada e me aguento bem lá fora) todas as construções e afins são vedadas demais para evitar que o calor saia ou que o frio entre, esse tipo de coisa. Com isso, nada de celular funcionar dentro dos lugares e sem celular, sem internet. É claro que o único ponto wi-fi aberto é pago, mas não acho informação alguma sobre como pagar para usar.

Chopp de 1L

Um singelo “copinho” de chopp (esse foi no dia 22/12, na rua mesmo)

Pelo menos o chopp é bom, um tal de Foster’s que eu nunca tinha tomado, apesar de custar £2,85 (quase R$10 por 500ml). É bom que eu encontre logo uma cadeira em outro lugar que o telefone funcione, se não vou acabar virando alcoólatra :P

Primeiro mundo uma ova

Publicado por Pedro Villalobos | Em Crítica, Frases, Inglaterra, Rua | 05/02/2009

0

Obs: Este post era pra ter sido publicado dia 18/12/2008, mas devido a um problema no servidor, só me dei conta tarde demais que ele não estava no ar.

Estava eu tranquilamente fumando meu ultimo cigarro enquanto esperava o ônibus do post anterior, quando um sujeito se aproxima de mim e elogia meu sobretudo. O diálogo foi mais ou menos assim:

Sujeito estranho: Bonito casaco.

Eu: Obrigado, também acho.

Sujeito estranho: Me dá ele! (fazendo uma cara normal ainda)

Eu: Não. (tranquilo pensando no meu cigarro)

Sujeito estranho: Me dá ele logo! (ficando nervoso mas disfarçando porque tinha gente perto)

Eu: Não posso, não é meu (continuava prestando atenção no meu cigarro)

Sujeito estranho: Então tudo bem.

O sujeito simplesmente foi embora, acho que não entendeu o porque de eu não estar dando bola pro jeito malaco-gringo-ladrão-de-turista dele.

Foi até engraçado, principalmente por conta da cara de “esse cara é maluco” que o cara fez pra mim. E com isso digo e repito, como já falei com o Igor: Primeiro mundo porra nenhuma, ninguém nunca tentou me roubar um casaco no Brasil.

Ônibus Inglês ultrapassa até Ferraris

Publicado por Pedro Villalobos | Em Inglaterra, Pessoal, Rua | 05/02/2009

3

Obs: Este post era pra ter sido publicado dia 18/12/2008, mas devido a um problema no servidor, só me dei conta tarde demais que ele não estava no ar.

Puta que Pariu dos Onibus Ingleses

“puta que pariu” na frente e no talo

Quando eu entrei no ônibus para ir até Birmingham (que é onde vou ficar esses dias) e vi o famoso pqp dos carros em todos os bancos, com esse tamanho todo, pensei na hora que o motorista ia brincar de dar cavalos-de-pau ou algo do tipo com o veículo.

Bem, cavalo-de-pau ele não deu nenhum, mas fiquei surpreso com a velocidade dos ônibus aqui, nenhum estava a menos de 110km/h. Tudo bem que as estradas são verdadeiros tapetes, mas vê-lo ultrapassando Mercedes e BMWs novinhas é um pouco assustador (ok, não vi ultrapassar nenhuma Ferrari, mas deve ter ultrapassado sim).

Ainda bem que estou sentado do lado da saída de emergência (que sim, é uma porta do lado ERRADO do ônibus). Ninguém me convence que é somente diferente dirigir pela esquerda, é errado mesmo e pronto.